Entenda o impacto da linguagem corporal em apresentações corporativas!

linguagem corporal em apresentações

Se você pensa que apenas a sua voz é relevante ao falar em público, está enganado. É óbvio que ela é, de fato, um elemento essencial no discurso, mas também é somente parte de um conjunto que inclui outros itens, como expressões faciais e corporais na oratória. Isso se deve ao fato de que, enquanto você fala, o seu corpo transmite sinais não-verbais que são notados com facilidade facilmente pela plateia.

É por isso que devemos cuidar para que esses sinais sejam positivos sempre. No meio corporativo, a linguagem corporal em apresentações é um aspecto imprescindível e que deve ser trabalhado. E se for preciso falar em público ou convencer um investidor a investir em seu negócio, mas você tem medo de transparecer insegurança?

Neste post falaremos mais sobre o impacto da linguagem corporal em apresentações corporativas. Confira!

Quais as diferenças entre a noção de linguagem verbal e não verbal?

Há dois tipos principais de linguagem: a verbal e a não verbal. A linguagem verbal é a que se manifesta por meio de palavras faladas ou escritas, isto é, a linguagem verbalizada. Já na linguagem não-verbal, são utilizados signos visuais para que ela seja efetivada, por exemplo, as cores na sinalização de trânsito e as imagens nas placas.

Inclusive, quando o assunto é linguagem não verbal, estamos falando também da imagem que uma pessoa passa, por meio de seus olhares, gestos, comportamentos, atitudes, entre alguns outros fatores. Tudo isso transmite uma mensagem àqueles que estão ao seu redor, de forma consciente ou inconsciente.

Qual o papel da linguagem corporal na nossa comunicação diária?

A linguagem corporal que você manifesta na comunicação diária, especialmente em uma organização, começa a ser relevante a partir do instante em que você coloca os pés no local. Normalmente, esses processos começam com uma entrevista de emprego. Diversas vezes, a linguagem corporal fala mais do que as próprias palavras, e grande parte dos líderes e dos gestores consegue perceber esses sinais não verbais.

É possível que a sua postura diante de uma determinada situação pareça de uma pessoa infeliz e descompromissada. Ou até mesmo que o seu comportamento em relação a um acontecimento possa demonstrar desinteresse e desrespeito. Caso você seja líder ou gestor é necessário ficar ainda mais atento às suas atitudes, pois seus funcionários aprenderão com os exemplos.

Por esse motivo, preste atenção aos seus gestos para que eles transmitam o comprometimento com a disposição, a dedicação e o esforço. Suas atitudes têm mais responsabilidade e elas falam mais do que o próprio discurso.

É essencial exercitar e estar ciente de sua linguagem corporal em apresentações corporativas, e que determinados gestos e expressões podem transmitir impressões que prejudicam o resultado de uma apresentação.

 

Como é possível exercitar a consciência de nossa linguagem não verbal?

Veja como evitar transmitir os sinais errados, como deixar passar nervosismo diante do público.

Atente-se à postura

Mesmo que você queira transmitir mais entusiasmo, caso esteja com os ombros caídos ou contraídos e também esteja apoiado em alguma coisa como se fosse cair, quem está assistindo perceberá uma certa insegurança ou desânimo.

Ficar inclinado para trás ou com os braços cruzados são sinais que demonstram uma postura desinteressada ou defensiva. Obviamente, em algumas ocasiões, o nervosismo faz com que não saibamos o que fazer com as nossas mãos, mas ficar com elas no bolso não é recomendado. O ideal é ficar com os braços e a coluna na região do peito e da cintura.

Tenha cuidado com os gestos

Por meio de gestos, será possível passar mais informação do que imagina, visto que eles também representam e expõem ideias. Para evitar gestos involuntários, o recomendado é que você mantenha as mãos neutras — na região do peito e da cintura — e interpretar o que for dizer enfatizando alguma informação.

Arrumar a roupa ou fazer gestos que nada têm a ver com o que está sendo falado pode ser uma grande armadilha. A melhor saída é utilizá-los para salientar direções, tamanhos e quantidades.

Não se esqueça de que os olhos são a janela da alma

Ficar olhando ao seu redor passa uma impressão de desinteresse, do mesmo modo que ficar olhando para baixo, sem conseguir encarar as pessoas, demonstra insegurança. Também evite olhar fixo para somente uma pessoa, mudando o foco depois de alguns segundos. É essencial olhar nos olhos das pessoas que estão na plateia.

Pense antes de se movimentar

Obviamente, você não precisa ficar feito estátua a apresentação inteira, mas seus movimentos devem ser complementares e lógicos. Se você ficar andando de um lado para o outro, as pessoas que estão ouvindo podem ficar inquietas: o recomendado é movimentar-se conforme o ritmo e o contexto do assunto, lembrando sempre que os movimentos e o gesto deverão acompanhar o ritmo da fala.

É muito deselegante manter o peso do corpo apoiado a uma única perna: fique com as pernas ligeiramente afastadas e as plantas dos pés bem apoiadas ao chão, sem inclinar para qualquer dos lados.

Seja natural

Uma das melhores estratégias para evitar transmitir nervosismo é apostar em gestos e posturas neutras. O que você procura em termos gestuais deve sempre objetivar à neutralidade e à complementaridade. Isto é, a forma como você utiliza as mãos ou movimenta o seu corpo não pode afetar a sua narrativa — antes, precisa reforçá-la.

Ficar com as mãos ao lado do corpo, por exemplo, cumpre essa função. Por sua vez, realizar gestos abertos demonstra falta de proteção e confiança. Se seu gesto for natural, a conexão com a audiência é muito mais forte.

Por fim, por mais que seja difícil controlar todos esses fatores em razão do nervosismo, é preciso trabalhar a linguagem corporal em apresentações. É também primordial contar com a ajuda especializada no assunto, que fará você se sentir mais seguro e conseguir livrar-se dos maus hábitos ao falar em público. Você estará preparado para o mercado de trabalho, que tende a ficar ainda mais competitivo depois da pandemia do COVID-19.

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